Você mudou de endereço, mudou o foco do atendimento e passou a oferecer serviços de valor bem mais alto. Este documento é como a gente coloca o anúncio no ar falando com quem tem dor, e em que ordem cada coisa entra.
A sua conta de anúncio continua viva, com o histórico dos meses que já rodaram. Isso conta a favor: o Google aprende mais rápido numa conta que já tem histórico do que numa conta zerada. O que não dá pra fazer é apenas ligar o que estava no ar, porque aquilo foi escrito pra outro tipo de paciente.
O portfólio que você montou tem três serviços com valores bem diferentes entre si. Cada um vai ter o seu próprio anúncio, porque quem procura cada um busca com palavras diferentes no Google.
| Frente | Quem procura | Valor |
|---|---|---|
| Consulta de dor no Medplex | Quem convive com dor há meses e quer investigar a causa | R$ 600 |
| Visita domiciliar com ultrassom | Família de paciente com dificuldade de sair de casa | R$ 970 a R$ 1.020 |
| Teleconsulta | Quem está fora de Campinas ou prefere o primeiro contato à distância | R$ 230 |
A frente domiciliar entra no ar assim que a parceria com a empresa de atendimento domiciliar estiver confirmada.
São três públicos diferentes, e cada um precisa de um texto próprio. O terceiro é o que mais muda em relação ao que a gente fazia antes, porque quem busca não é o paciente.
Dor que não passa há meses, já investigada por outros médicos, sem resposta clara. Procura pelo nome do problema, não pela especialidade.
Filho ou cuidador de idoso com dor, dificuldade de andar ou saindo de internação. Quem digita a busca não é quem vai ser atendido, então o anúncio fala com quem cuida.
Perda de força, pós-operatório, receio de voltar à atividade física. É o público do programa de reabilitação, e costuma virar acompanhamento longo.
Seu site novo está bom pra apresentar você. Anúncio pago pede outra coisa, e por isso a gente separa os dois caminhos.
Você falou em crescer também no orgânico, e é aqui que isso mais rende. Quem busca médico da dor em Campinas vê o mapa antes de ver qualquer site, e hoje esse espaço ainda não tem você. Criar a ficha é gratuito, e a vantagem de criar agora é que ela já nasce com o endereço certo e a especialidade certa, sem herdar nada do consultório antigo.
Criar a ficha e verificar. O Google pede uma comprovação de que você atende mesmo ali, normalmente um vídeo curto do local. Leva alguns dias entre enviar e ser aprovada, por isso é a primeira coisa que a gente faz.
Categoria de clínica de dor, que é o que define em quais buscas você aparece no mapa. Essa escolha pesa mais do que qualquer outra coisa na ficha.
As fotos do consultório novo, as mesmas que vão para a página. Ficha com foto recebe muito mais clique que ficha sem, e é o primeiro sinal de que o consultório existe de verdade.
Serviços listados um a um: dor crônica, atendimento domiciliar e ultrassonografia, cada um como um item que o Google consegue ler e cruzar com a busca de quem procura.
Ligar a ficha à conta de anúncio. Com isso o endereço passa a aparecer junto do anúncio, com o mapa e a distância até a pessoa. Isso hoje não acontece porque a ficha não existe.
Você me disse que vai continuar respondendo os contatos até acertar a secretária, no mês que vem. Isso define o ritmo do plano, e é melhor assim: contato que espera resposta esfria, então a gente sobe o volume junto com a sua capacidade de atender.
Página nova no ar com as fotos e o valor, ficha do Google criada e enviada pra verificação, e os anúncios entrando num volume que você dá conta de responder sozinha. O objetivo aqui não é volume, é descobrir quais buscas trazem paciente de verdade.
Aí sim a verba sobe, porque passa a existir quem responda rápido e busque o paciente de forma ativa, como você quer. É o momento certo pra ampliar, não antes.
Entra a frente de maior valor, com anúncio próprio falando com quem cuida de alguém em casa. É a que tem menos concorrência disputando a busca em Campinas.
Você marca na planilha quem virou paciente. Com isso o Google passa a procurar mais gente parecida com quem fechou, e não com quem só perguntou. É o que faz o custo por paciente cair com o tempo.
Enquanto os equipamentos de ondas de choque e laser não entram, o plano trabalha com o que já está de pé: consulta, ultrassom e domiciliar. Quando o fluxo justificar o investimento neles, a gente inclui como frente nova.
Cinco coisas. As duas primeiras seguram o início, as outras três eu posso receber ao longo do caminho.
As fotos do consultório novo, as que você vai tirar esta semana. Elas vão pra página e pra ficha do Google. Foto de celular bem tirada já resolve pra começar, e dá pra trocar depois pelas profissionais.
Pedir pra agência do site trocar o título das páginas. Ele ainda diz Médica da Família em Campinas SP, e é justamente esse texto que aparece no resultado do Google.
Confirmar o valor da consulta no consultório pra entrar na página, já que ele aparece como R$ 600 no portfólio.
Me avisar quando a parceria do domiciliar for confirmada, pra eu subir essa frente.
Me avisar quando a secretária estiver acertada, que é o gatilho pra subir a verba.
São dois pagamentos separados, que vão pra lugares diferentes.
| O quê | Pra quem vai | Valor |
|---|---|---|
| Gestão Campanhas, página, criação da ficha do Google e relatório semanal |
Altavance, cobrança pelo Asaas como antes | R$ 800 /mês |
| Verba de anúncio O que o Google cobra por clique |
Google, no seu cartão cadastrado, com teto | R$ 1.000 /mês |
| Total no mês | Coberto por três consultas no consultório | R$ 1.800 |
A verba começa nesse patamar e só sobe quando a secretária estiver no lugar e a gente já souber quais buscas trazem paciente. Você define o teto e pode mudar quando quiser.
São as duas coisas que independem de qualquer outra decisão, e as duas já ficam prontas na primeira semana. Me manda as fotos quando tirar.